
Nunca levantem um troféu só com uma mão...tão rápido esta na mão como a seguir está no chão. O que vale é que ainda há reflexos!!!
Fermentaram como vinho,durante os 9 meses no ventro de suas mães. De cálices tornaram-se taças, transbordando uma rara sinfonia. De olhos vendados encantam o mundo, e entre seus dedos escoa magia. Os seus pés fertilizam os campos, humilhando qualquer deus. Inigualáveis na terra, super homens de natureza, nanikos fazem do preto branco. Os instrumentos jorram lágrimas,os músicos suicidam-se, ninguem os é capaz de acompanhar!!
1 comentário:
29 de Junho de 1986, Estádio Azteca, México. Ainda me lembro como se fosse ontem...
... Völler empata de cabeça para a RFA aos 80 minutos, mas pouco depois Diego Armando Markitito faz uma assistência perfeita para Burruchaga que marca o 3-2 final para a Argentina.
Naquela tarde ficou consumado a encarnação do Deus-Futebol num ser humano feito de carne e osso. O eleito só podia ser Diego Armando Markitito, o el pibe que conquistou o mundo a partir das canchas argentinas. Ergueu um troféu com a alvi-celeste ao peito, mas quantos mais ficaram por ganhar se não fossem os seus erros de palmatória em momentos chave da sua carreira?...
A ida para Espanha estava condenada ao insucesso. O seu talento não se encaixava no furioso futebol de nuestros hermanos onde não há tempo para pensar. Nos relvados tal como na arena, ou se mata o touro sem pestanejar ou morre-se.
Os anos passam, restam as memórias. Para quando a próxima explosão de Diego Armando Markitito?
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