quinta-feira, 12 de novembro de 2009

A boysband de que toda a gente fala


Não se fala de outra coisa. Legiões de fãs femininas têm esta fotografia colada nas suas suaves paredes juvenis, ao lado de velhos posters de um Bon Jovi com permanente, e sonham todas as noites com os Cerejas da Gardunha, que são sem dúvida os mais doces frutos da época.

Bojo, sempre descontraído e com um ar misterioso, aqui repousando sobre uma rocha, emana sensualidade e quebra os corações das pequenas com quem se cruza através do seu olhar matador.

Solid, o membro mais avant-garde do grupo, o que pode ser confirmado pela sua posição mais avançada na fotografia do tridente musical, lança a sua constituição capilar ao vento, como quem lança as sementes dos ideais, que esvoaçando irão penetrar nas mentes das suas fãs, que mais tarde irão dar à luz revoluções prontas a colher.

Xicoxico, cujo nome não é duplamente pronunciado ao acaso - uma vez por cada género sexual da raça humana que conquista - é entoado em cânticos, docemente e com isqueiros ardendo, tal como arde a chama do desejo nos corações dos fãs. Xicoxico completa o grupo, conseguindo conquistar a fatia masculina da juventude confusa e ávida por novas experiências, através do seu vestuário extravagante, bebendo inspiração na golden age do travestismo, e transpirando o glamour que, contracenando com a irreverência de Solid e com o ar duro e aventureiro de Bojo forma uma harmonia cénica que irá sem dúvida marcar uma geração, tanto em matéria musical como em estilo.

Resta-nos esperar por uma nova entrega musical destes profetas do novo dia, e consequente sessão fotográfica, que certamente irá abalar as fundações da moda e mudar a face da sociedade moderna, levando-a para uma nova era - a Era da Cereja.


quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O mundo pós-Paulo Bento


Sábado e domingo sentei-me no sofá para ver os jogos do campeonato nacional com um misto de curiosidade e apreensão. Não há como negar que vivemos um tempo novo. Pressentimos o seu carácter histórico, mas temos dificuldade em compreender todo o seu impacto no presente e as suas implicações no futuro.

De facto, a queda inesperada de Paulo Bento marca o fim de uma era por todos conhecida, independentemente de gostarmos mais ou menos dela. A ideologia do losango permitiu que durante quatro anos e quatro meses o Sporting Clube de Portugal desempenhasse um papel vital no equilíbrio de forças, e consequente manutenção da paz, na relação com as outras duas superpotências, o Futebol Clube do Porto e o Sport Lisboa e Benfica. É verdade que houve períodos de maior tensão, como as Crises do Dragão, as Guerras da Luz ou os Ultimatos de Alvalade, mas, grosso modo, o bom senso imperou na maioria das vezes.

Com a implosão do Sporting Clube do Portugal, as duas superpotências remanescentes poderão agora extremar posições, o que poderá ter consequências trágicas para a humanidade. Sport Lisboa e Benfica e Futebol Clube do Porto tentarão impor a sua ideologia ao resto do mundo através de uma política cada vez mais agressiva: o primeiro tentará aumentar a sua área de influência a norte, através da propaganda levada a cabo pelo Profeta Jorge Jesus; já o segundo procurará por todos os meios concretizar o velho sonho de se expandir a sul do Mondego. Será possível evitar o conflito? Mais do que nunca a esperança residirá na sensatez do venerando Imperador Jesualdo Ferreira, o qual, recorde-se, em tempos foi defensor da ideologia da Luz. No entanto, sabendo-se da influência beligerante que o Papa Jorge Nuno Pinto da Costa exerce sobre si, não é de prever que o status quo internacional tenha tendência para serenar. Creio que em breve a escalada verbal vai começar. Oxalá fique por aí.

Por outro lado, tem que se levar muito a sério a mais que provável corrida às armas por parte de potências regionais, as quais quererão aproveitar o desmoronar do Império Leonino para reforçarem os seus arsenais. Neste aspecto, o Grande Timoneiro Domingos Paciência e o Xá Manuel Machado, líderes do Sporting Clube de Braga e Clube Desportivo Nacional, respectivamente, são os que estão melhor colocados para ganharem voz na comunidade internacional. Com que fins? Só o tempo o dirá.

Em conclusão, a queda de Paulo Bento e do Sporting Clube de Portugal deixam-nos perante um mundo mais fragmentado e imprevisível. Novos actores surgirão no teatro de operações, enquanto os líderes das superpotências, o Imperador Jesualdo Ferreira, do Futebol Clube do Porto, e o Profeta Jorge Jesus, do Sport Lisboa e Benfica, tentarão fazer prevalecer a sua hegemonia a nível global numa luta sem tréguas.

General Shiva Loureiro dos Santos

terça-feira, 27 de outubro de 2009

POLIRRITMO DINÁMICO A GRADÍN, JUGADOR DE FÚTBOL

Palpitante y jubiloso
como el grito que se lanza de repente a un aviador,
todo así claro y nervioso,
yo te canto, ¡oh jugador maravilloso!
que hoy has puesto el pecho mío como un trémulo tambor.
Agil,
fino,
alado,
eléctrico,
repentino,
delicado,
fulminante,
yo te vi en la tarde olímpica jugar.
Mi alma estaba oscura y torpe de un secreto sollozante,
pero cuando rasgó el pito emocionante
y te vi correr...saltar...
Y fue el ¡hurra! Y la explosión de camisetas,
tras el loco volatín de la pelota,
y las oes y las zetas
del primer fugaz encaje
de la aguja de colores de tu cuerpo en el paisaje,
otro nuevo corazón de proa ardiente,
cada vez menos despacio
se me puso a dar mil vueltas en el pecho de repente.
Y te vi, Gradín
bronce vivo de la múltiple actitud,
zigzagueante espadachín
del golkeeper cazador,
de ese pájaro violento
que le silba a la pelota por el viento
y se va, regresa y cruza con su eléctrico temblor.
¡Flecha, víbora, campana, banderola!
¡Gradín, bala azul y verde! ¡Gradín, globo que se va!
Billarista de esa súbita y vibrante carambola
que se rompe en las cabezas y se enfila más allá...
Y discóbolo volante,
pasas uno...
dos...
tres...cuatro...
siete jugadores...
La pelota hierve en ruido seco y sordo de metralla,
se revuelca una epilepsia de colores
y ya estás frente a la valla
con el pecho...el alma...el pie...
y es el tiro que en la tarde azul estalla
como un cálido balazo que se lleva la pelota hasta la red.
¡Palomares! ¡Palomares!
de los clásicos aplausos populares...
¡Gradín, trompo, émbolo, música, bisturí, tirabuzón!
(¡Yo vi tres mujeres de esas con caderas como altares
palpitar estremecidas de emoción!)
¡Gradín! róbale al relámpago de tu cuerpo incandescente,
que hoy me ha roto en mil cometas de una loca elevación,
otra azul velocidad para mi frente
y otra mecha de colores que me vuele el corazón
Tú que cuando vas llevando la pelota
nadie cree que así juegas:
todos creen que patinas,
y en tu baile vas haciendo líneas griegas
que te siguen dando vueltas con sus vagas serpentinas.
¡Pez acróbata que al ímpetu del ataque más violento
se escabulle, arquea, flota
no lo ve nadie un momento,
pero como un submarino sale allá con la pelota...!
Y es entonces cuando suena la tribuna como el mar:
todos grítanle: ¡Gradín! ¡Gradín! ¡Gradín!
Y en el ronco oleaje negro que se quiere desbordar,
saltan pechos, vuelan brazos y hasta el fin
todos se hacen los coheteros
de una salva luminosa de sombreros
que se van hasta la luna a gritarle allá:
¡Gradín! ¡Gradín! ¡Gradín!

Juan Parra del Riego (1894-1925) – Poeta peruano

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Porque ontem foi dia da República

Porque ontem foi dia da República, publico um excerto de um artigo publicado anonimamente por Eça de Queirós em 1891 intitulado "Novos Factores da Política Portuguesa". Nele, o escritor debruça-se, entre outros assuntos, sobre os motivos que levaram ao fortalecimento popular do Partido Republicano após o Ultimato de 1890 e as possibilidades de ser criada uma República no país. Atente-se na actualidade da escrita de Eça, sobretudo quando analisa a atitude dos portugueses em relação à política e aos políticos. É assustador verificar há quanto tempo, nós, povo, mantemos, com ou sem razão, o mesmo discurso de lamúria e crítica fácil.

"O Partido Republicano não é certamente de criação recente. Desde 34, desde 20, sempre em Portugal existiram republicanos e jacobinos. Foi possível porém durante muito tempo contá-los, como se diz, pelos dedos de uma só mão. Eram ideólogos isolados, um pouco vaidosos do seu isolamento, vaidosos sobretudo da sua independência e isenção, e da superioridade intelectual que as suas ideias lhes davam ou lhes pareciam dar, de resto universalmente respeitados, e respeitadores eles mesmos do regímen sob que viviam e de quem por vezes aceitavam empregos.
(..)
Um deputado republicano por Lisboa há quinze anos não reuniria cem votos. Nas últimas eleições os republicanos tiveram alguns milhares de votos. E estes milhares de votos têm uma significação grave, não tanto por virem do apoio progressista (ainda que este apoio é também significativo e sintomático), mas por virem de uma forte massa de eleitores independentes, pertencendo pela maior parte às classes liberais e à classe comercial, que até aqui se abstinham de votar.

Um tal desenvolvimento de republicanos é obra recente destes últimos anos. E a sua causa tem sido simples e unicamente o descontentamento: isto é, o Partido Republicano tem-se alastrado, não porque aos espíritos democratizados aparecesse a necessidade de implantar entre nós as instituições republicanas, como as únicas capazes de realizar certos progressos sociais - mas porque esses espíritos sentem todos os dias uma aversão maior pela política parlamentar, tal como ela se tem manifestado, com o seu cortejo de males, nestes derradeiros tempos.

O Partido Republicano em Portugal nunca apresentou um programa, nem verdadeiramente tem um programa. Mais ainda, nem o pode ter: porque todas as reformas que, como partido republicano, lhe cumpriria reclamar, já foram realizadas pelo liberalismo monárquico. De sorte que se vai para a república ou se tende para ela, não por doutrinarismo, por urgência de mais liberdade e de instituições mais democráticas, mas porque numa já considerável parte do País se vai cada dia radicando mais este desejo: antes qualquer outra coisa do que o que está!
(...)
A parte sã da Nação ficou seriamente desgostosa. E as lamentáveis desordens parlamentares desse triste ano político, as violentíssimas e desmandadas polémicas, as mútuas e terríveis recriminações com que, obcecados pela paixão, os partidos se feriam uns aos outros na sua honra, deixaram no País, que assistia espantado a uma tal lavagem pública de roupa suja, o sentimento desalentado que ele exprime por esta fórmula: - Tão bons são uns como outros! É esta uma outra das recentes e desgraçadas fórmulas da opinião pública em Portugal. Ora se, dos que estão, tão bons são uns como os outros no sistema parlamentar – para onde ir, para que apelar? Naturalmente para a república e para os homens novos e puros que ela possa trazer.
(...)
E o que torna este descontentamento político tanto mais vivo, e por assim dizer activo, é que ele tem o estímulo constante de um imenso descontentamento individual, nascido das dificuldades de vida que cada um experimenta. É a nossa pobreza geral que complica singularmente a nossa crise política. Em casa onde não há pão todos ralham e todos têm razão – porque é deste modo que o provérbio deve ser entre nós emendado. O célebre publicista Edmundo About afirmava que nada era mais favorável aos governos em França do que o vento do sudoeste - porque é ele que traz as chuvas e prepara as boas colheitas. A oposição a um governo ou a um regímen nunca toma com efeito um carácter impaciente, violento e destrutivo quando cada um tem pão bastante na prateleira ou um saldo favorável no seu banco. Todo o regímen parece bom, pelo menos perfeitamente tolerável, ao pai de família que se sente na abundância. A mudança de regímen, e as perturbações sociais que lhe vêm inerentes, só lhes inspiram então inquietação, por poderem alterar ou anular as condições favoráveis em que a sua prosperidade se produziu. Entre nós é justamente o contrário que sucede. Ninguém vive na abundância e todos se encontram em dificuldades. Sofre o empregado pela pequenez dos ordenados; sofre o operário pela escassez dos salários; sofre o lojista pelos limitados meios de comprar de que dispõe o público; sofre o comerciante pela estagnação das transacções; e sofre o agricultor pela longa crise agrícola que lhe desvaloriza a propriedade. Todos sofrem; e ainda que muitos só se deveriam queixar da sua falta de iniciativa, de persistência, e mesmo de coragem civil, todos à uma se voltam contra um regímen que eles consideram como o causador de todos esses males públicos de onde datam os seus males particulares. Em todas estas classes se encontra com efeito a mesma opinião expressa pela mesma fórmula: -isto assim não pode continuar! Isto é a desorganização administrativa, política e económica.
(...)
A situação é esta. Uma parte importante da Nação perdeu totalmente a fé (com razão ou sem razão) no parlamentarismo, e nas classes governamentais ou burocráticas que o encarnam; e tende, por um impulso que irresistivelmente a trabalha, a substituí-Ias por outra coisa, que ela ainda não definiu bem a si própria. Qual pode ser essa outra coisa? Que soluções se apresentam?
(...)
Por um lado a República não pode deixar de inquietar o espírito de todos os patriotas. Ela seria a confusão, a anarquia, a bancarrota.
(...)
Por outro lado uma «revolução feita de cima», uma concentração de força na Coroa (que a muitos espíritos superiores, e que vêem claro, se apresenta como a nossa salvação), concentração, que, apoiada na parte mais inteligente e mais pura das classes conservadoras, procedesse às grandes reformas que a consciência pública reclama, não seria compreendida pela Nação irremediavelmente impregnada de liberalismo e que nessa concentração de força só veria uma restauração do absolutismo e do poder pessoal.
(...)
Que resta pois? Resta, como esperança, o sabermos que as nações têm a vida dura, e que o nosso Portugal tem a vida duríssima. E se os que estão no poder porfiarem sempre em cometer a menor soma humanamente possível de erros e realizar a maior soma humanamente possível de acertos, muitos perigos podem ser conjurados e a hora má adiada. O interesse de quem tem o poder (como dizia ultimamente, nestas mesmas páginas, tratando do Brasil, o Sr. Frederico de S) está todo e unicamente em acertar. Senão já por dever de consciência e de patriotismo, ao menos por egoísmo, por vantagem própria e individual, por ambição mesmo do poder, o esforço constante de um governo deve ser acertar. Entre nós têm-se visto governos que parecem absurdamente apostados em errar, errar de propósito, errar sempre, errar em tudo, errar por frio sistema. Há períodos em que um erro mais ou um erro menos realmente pouco conta. No momento histórico a que chegamos, porém, cada erro, por mais pequeno, é um novo golpe de camartelo friamente atirado ao edifício das instituições; mas ao mesmo tempo tal é a inquietação que todos temos do futuro e do desconhecido, que cada acerto, cada bom acerto, é uma estaca mais, sólida e duradoura, para esteiar as instituições, Toda a dúvida está em saber se ainda há, ou se já não há, em Portugal, um governo capaz de sinceramente se compenetrar desta grande, desta irrecusável verdade.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Alberto João Jardim Aplica o Seu Inglês do Primeiro Ciclo

Manuela Ferreira Leite acompanhou Jardim em acções de campanha na ilha da Madeira. Ambos utilizaram a viatura oficial da Presidência do Governo Regional nas deslocações para um almoço com dirigentes locais do PSD e, mais tarde, para o aeroporto, onde Ferreira Leite tomou o avião de regresso ao Continente.
Farto das perguntas sobre o facto de Manuela Ferreira Leite ter usado um carro do Estado em campanha eleitoral na Madeira, Alberto João Jardim fez uso do inglês para insultar os críticos.

Num gesto politicamente relevante AJJ, à sua maneira, demonstra agradecimento ao PM por ter implementado o ensino de inglês no primeiro ciclo.
«Desta forma poderei ser entendido até pelas crianças madeirenses!» terá dito, já em privado.
Resta-nos saber se a alusão terá sido a um acto com vista à procriação ou se apenas a um acto com fins recreativos, aquele a que se referia o líder insular...

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Porque este blog precisa de animação, inauguro um novo cantinho que se chamará: "Molha um bocadinho a ver se passa"!

Conversa entre dois empregados de uma tradicional fábrica de artesanato das Caldas da Rainha, no final do dia de hoje:"

- Este ano não faço mais um caralho!"
-!-
Bad Boy MC Crazy Mother Fucker que, para quem não conhece, é o Ricardo Araújo Pereira com a cara pintada de preto e a dizer que é da Cova da Moura:

- Eu sou tão intelectual, tão intelectual que a buzina do meu carro não faz piiiiii, faz três virgula catoooooorze.
-!-
- Que tipo de música ouvem os pratos que estão a ser lavados?
- Super pop!

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Nanikos..




Esqueci-me de por o nome no ultimo gaijo..... é o ukrania! :D

Salvem o Miguel...



Salvem o Miguel!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Jogo da bola


Ora viva,

Aqui não há prémios mas também não se paga nada...

Eu criei 1 equipa e uma liga "Liga dos Farrapos".

Inscrevam-se e boa sorte!

http://jogos.abola.pt/

Violência na Bélgica



Liège, 30 agosto - Axel Witsel, jogador do Standard Liège, parte a perna a Marcin Wasilewski, do Anderlecht,«. Uma imagem brutal e que correu mundo...

Gaijos bonitos..

Como isto anda numa onda de fotos de gaijos bonitos..

deixo-vos o mais lindo... se bem que apenas está no 10º lugar... ;)

O nº1 também é português e chama.se abel..




Podem ver o top ten aqui!

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

sexta-feira, 24 de julho de 2009

As 6 concertinas beirãs

Em vésperas de início de interrail... deixo-vos com esta foto do ultimo grupo tuga que triunfou por terras de além...

a ver como se porta este sexteto.




quinta-feira, 23 de julho de 2009

Olha quem é ele...


olha o domínio e a gravata do miúdo...

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Estágio de pré-época do Nanikos FC aproxima-se


A pré-época nanikiana tem feito correr muita tinta nos diários desportivos portugueses, mas também espanhóis, devido aos constantes rumores de transferências de atletas nanikianos para a Liga espanhola. À margem disto tudo, os atletas mantêm o calendário definido pela equipa técnica e sabem-se agora mais pormenores sobre a digressão nanikiana para fugir ao calor ibérico.
A partida será no dia 25 de Julho, de comboio, devido a problemas orçamentais, e à forte incidência da Gripe A nos aeroportos europeus. O local de partida é a estação da Guarda, essa mítica cidade no céu.
A primeira paragem será em Paris no dia 26, onde aguardarão milhares de pessoas, muitos emigrantes portugueses incluídos, junto ao Arco do Triunfo, pelo desfile da comitiva nanikiana.
Esta passagem infelizmente será curta devido aos compromissos publicitários que o Nanikos FC tem com a cadeia de supermercados germano-turcos Yeni Bolu que irão patrocinar a estadia do clube na capital alemã com as famosas Berlin Wurst. Está também agendado para dia 27 de Julho às 21h00 locais (20h00 em Portugal) uma partida amigável com o Hertha Berlin, que ficou em 4º lugar na última edição da Bundesliga, no Friedrich-Ludwig-Jahn Sportpark perto do Amadeus Hostel que albergará os atletas durante a noite em luxuosos compartimentos. Espera-se lotação esgotada neste recinto que alberga 20 mil espectadores para ver o primeiro jogo do Nanikos FC.
No dia 28 de Julho os atletas efectuarão um ligeiro treino de descompressão e durante a noite embarcam rumo a Gdansk, a pérola do Báltico onde no dia 29 irão efectuar o segundo jogo desta digressão frente ao Lechia Gdansk. Também está programado um banho cerimonial no Kanal Kaszubski. As negociações para a dormida estão a ser conduzidas com o Baltic Hostel, um antigo edifício dos caminhos de ferro, transformado em hostel.
Sem tempo a perder os atletas partem na manhã de 30 de Julho em direcção à capital polaca, Varsóvia. Aqui, os atletas estão ainda a negociar uma estadia no Jump Inn Hostel, junto ao estádio do Park im. J. Pitsudskiego, onde irá ter lugar uma partida amigável frente ao Legia Warszawa, devido às suas ligações com o exército polaco, numa espécie de intercâmbio militar, pois o ex-capitão nanikiano, Markito, joga agora aos fins de semana pela equipa do Regimento de Artilharia de Leiria.
A viagem segue para Cracóvia, no dia 31, e está planeado dormir (ou não) no Trzy Kafki Hostel e aquele que se espera seja o primeiro teste a sério para o Nanikos FC, o embate com o Wisla Krakow, pelas 21h00 locais (20h00 em Portugal). Espera-se um ambiente escaldante no Stadion Miejski, com bancadas esgotadas para assistir ao embate com o bi-campeão polaco. Também está programada uma visita a Auschwitz e ao Museu Judeu, onde o atleta Luis Ribeiro irá prestar homenagem aos seus antepassados usando um kippah (chapéu tradicional judeu).
No dia 1 de Agosto à noite, a comitiva segue viagem para sul, rumo a Budapeste, onde chegará na manhã do dia 2 e possivelmente ficará alojada no Mandarin Hostel. Nessa noite o Nanikos FC irá jogar no Stadium Puskás Ferenc frente ao MTK Budapest FC, e Bojo já apostou uma pratada de goulash em que irá marcar um golo de canto directo como o famoso cantinho do Morais em 1964.
Na noite do dia 3 de Agosto, a comitiva viaja para a famosa região romena da Transilvânia, onde visitará alguma da cultura local em Brasov, seguindo posteriormente para Bucareste, onde irá nessa noite efectuar mais um jogo treino com o FC Steua Bucuresti, campeão europeu em 1986. O alojamento poderá ser no YMCA Universitaria Hostel, que apresenta uma localização central na gigante capital romena, bem como excelentes condições
No dia 4 de Agosto, será efectuado um treino de descompressão e durante a noite a viagem segue rumo a Sófia, capital Búlgara, onde chegarão no dia 5 e onde o presidente da câmara local já afirmou que vai preparar a maior pizza do mundo, para receber os atletas nanikianos, que a irão tentar devorar e assim quebrar o recorde mundial de enfardar pizza, actualmente na posse de Sapec Novo.
A partir daqui, e como os atletas irão entrar em território inexplorado, nomeadamente sendo a primeira colectividade alcoólico-recreativa e desportiva que irá à Macedónia, tudo se torna mais turvo sabendo-se apenas que para além de Skopje estão programadas partidas em Belgrado, Zagreb, Viena, Paris (agora sim para jogar e logo no Parque dos Príncipes) e ainda Biarritz (no Mundialito de Futebol de Praia). O regresso deverá ocorrer no dia 15 de Agosto onde se espera que os adeptos venham receber a sua equipa à estação da Guarda.
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terça-feira, 14 de julho de 2009

Chalana será o próximo a sair do clube?

Assim

ou será assim...


Cobiçado por Deportivo, Real Madrid e Valência, pelo que tem vindo a público na imprensa espanhola,inglesa e portuguesa, Francisco Elias continua a estar longe de sair do Nanikos Fc. Pelo menos, o presidente do clube, Vitor Punk, revelou que, «neste momento, não há qualquer proposta na mesa» pelo avançado português.

«As conversações com o Real Madrid terminaram na quarta feira, recebemos uma proposta do Depor na quinta feira, e, agora, há outras equipa, como o Valência, que nos perguntaram qual a situação do jogador visto ser o principal candidato para suceder a David Villa», disse o dirigente, citado pela «Marca».

Assim, Francisco Elias, apelidado de "chalana" é «jogador do Nanikos Fc» e as negociações como Real Madrid «foram por água abaixo». Vitor Punk afirma que o emblema vai «dar tempo, para que se tomem as decisões mais convenientes ao clube». Por fim, o dirigente explica que o mercado do Nanikos FC não será tão agitado como se pensa, devido à crise financeira no clube. «Nos últimos cinco dias andámos em rebuliço porque pensam que vamos vender todos os jogadores, mas estamos muito longe disso.»

Pastorinhos de Fátima são relembrados em Madrid




Na passada quinta feira foi celebrada uma missa na catedral de Madrid em memória dos 3 pastorinhos.

Os chamados Pastorinhos de Fátima foram as três crianças portuguesas que viveram e testemunharam as chamadas Aparições de Fátima, ocorridas entre 1916 e 1917, na Cova da Iria.

Os seus nomes eram:

Lúcia
Francisco
Jacinta

Os pastorinhos tiveram durante o ano de 1916, três visões do Anjo, Anjo da Paz ou Anjo de Portugal. Estas visões permaneceram inéditas até 1937, até Lúcia as divulgar, pela primeira vez, no designado texto Memória II. A narração é mais completa e o texto definitivo das orações do anjo é publicado na Memória IV, escrito em 1941.

Em 1917, as crianças assistiram a seis aparições de Nossa Senhora, entre 13 de Maio e 13 de Outubro.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

As Canas de Madrid!!!!
















































Depois dos festejos da chegada de Markigol ao Real Madrid, os Madrilenos apanharam as canas e meteram mãos a obra para limpar a cidade.
Depois de meses a fio a preparar a festa os Varredores Xico Elias, Marco Ricardo e Carlitos, fecharam em chave de Ouro. Madrid Agradece.