sábado, 30 de dezembro de 2006

King África


Venham á mega party VIP no Fundão, passe um magnífico reveillon no multiusos com o Magnífico King África.
Bom Ano a Todos.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2006

Não se ouviu falar nada disto.. este é dos nossos!.

Maniche da positivo en un control de alcoholemia en Lisboa

El rojiblanco Maniche y el jugador del Oporto, Ricardo Quaresma, fueron detectados por los radares de la Brigada de Tránsito de la Guardia Nacional Republicana (GNR) la pasada madrugada cuando conducían con exceso de velocidad por Lisboa. Según informa el diario 'O Jogo', ambos futbolistas fueron sometidos al pertinente control de alcoholemia, donde se comprobó que Maniche presentaba unos valores más altos de los permitidos por la normativa vigente.

in : a www.marca.es

quarta-feira, 20 de dezembro de 2006

AArrreeeiiiioooohhhhhhhhhhhh!

Esqueci-me de mandar uma posta!
Como fui capaz de me esquecer do Mr.Hankey (sonetinho de natal)!



Merry Christmas and a Happy New Year!!

Faço minhas as palavras da Anicka !!

segunda-feira, 18 de dezembro de 2006

Leão afunda-se em casa - FUNDÃO SURPREENDE EM LOURES (4-3)



O campeão nacional e, até então, líder invicto, Sporting, sofreu a sua primeira derrota (3-4) no reatamento do campeonato maior do futsal português. Os leões entraram na partida a tentar adormecer o seu adversário, mas desde logo se iria deixar-se embalar nessa cantiga.

Apesar de estar nos lugares do fundo da tabela, o Fundão, de forma bem determinada procurou não dar espaços à turma de Paulo Fernandes, e sempre que podia gizava rápidas acções ofensivas. Zézito (18’), aproveitando a primeira desatenção dos beirões, ainda conseguiu fazer o 1-0, mas, na resposta, Andrezinho empata o jogo, após benesse de Gonçalo.

No segundo tempo, o Sporting tentou de novo pôr o Fundão em respeito, procurando controlar a partida. E, de facto, parecia que estava a consegui-lo. No entanto, Bruno Pereira (25’) colocou os visitantes na frente, na sequência de um livre, com a bola a trair Cristiano após desvio na viagem.

O Sporting entendeu que tinha chegado a hora de puxar dos galões. Num ápice, Zézito e Davi dão a volta por completo ao resultado, mas a resposta do Fundão foi intensa. Sem nada a perder José Luís fez avançar a equipa, passou a jogar com Couto como guarda-redes/avançado e conseguiu, num final verdadeiramente emocionante, virar os números do marcador a seu favor.

Carlitos (37’) isento de marcação, chega ao empate, e depois é a vez de Bruno Pereira, na marcação de um livre directo, chegar aos três pontos.

Pelo empenho demonstrado ao longo do encontro, a vitória aceita-se. O Sporting, sem Deo e Bibi (lesionados) mostrou falta de criatividade. Arbitragem com erros.

in http://www.record.pt/noticia.asp?id=729918&idCanal=277

quarta-feira, 29 de novembro de 2006

Há um fantasma à solta no blog dos nanikos!

Eu que não acreditava fiquei todo arrepiado!!

Temos que contratar os velhinhos :

quarta-feira, 22 de novembro de 2006

Remember...


Comecem já a planear as próximas férias de verão... falou-se na rota das aldeias históricas.. será mm isso que querem? aceitam-se sugestões..
Quanto mais povo melhor!

segunda-feira, 20 de novembro de 2006

Fim de ano...

"ah e tal.. para o ano vai ser uma cena em grande.."
Chegados a altura.... sugestões?

quinta-feira, 9 de novembro de 2006

Post nº100 - Relembrar o JN

É verdade chegámos ao post nº100 no blog. Não tenho nada para assinalar senão que espero o nº200 para breve. No entanto o que me levou a vir para aqui escrever e depois constatar que estava a escrever um bocado de história foi o facto de me lembrar de uma publicação antiga, circa 2002, chamada Jornal dos Nanikos (JN). Lembro-me que esta gloriosa publicação teve pelo menos 2 ou 3 meses de vida, mas não encontro nenhum exemplar na minha casa...alguém tem algum exemplar ou se lembra de mais detalhes do JN?

domingo, 5 de novembro de 2006

A verdadeira história de Marrusso: Capítulo 7

Obrigar-me-ia a levantar para ver a indecência, mas era a última coisa que me apetecia fazer. Não queria acreditar, a minha cabeça imaginava o que as palavras não ousam descrever. Bebi um valente trago de whisky. O whisky era mau. Whisky destilado do cú da garrafa. Comecei a ter calafrios, uma vontade impossível de sacudir todo o corpo como um burro quando sacode as orelhas. Fiquei ali, entre whisky barato e as conquistas territoriais de Marrusso e Joana. Finalmente, ela despiu-se. Parcialmente. A carne pálida de Joana transbordou da camisa e o seio esquerdo foi o primeiro a topar-me. Olhei para a teta com indulgência. Marrusso também. Depois teve um frémito de confiança. Queria ser um valente Don Juan e arrancar tudo à bruta. Mas tinha medo da reprovação de Joana. Começou a sentir nojo de si próprio. Afinal Marrusso tinha uma namorada, uma etiqueta, uma boa família e uma esmerada educação. Amor louco, sim, mas com limites. Joana não queria portagens. Nem sequer deixou as meias ou as botas de Inverno que a avozinha lhe oferecera. A Joana não lia as revistas da moda, inventara a sua própria moda. Marusso não parava de beijá-la, mil vezes, sem parar, no pescoço enquanto desapertava os botões; depois, roçava o nariz como um tolo esquimó enquanto assobiava uma música de Chet Baker. A minha presença não anulava a intimidade dos miúdos. Incrível. Marrusso parecia um daqueles marujos dinamarqueses que regressam do mar para apanhar morangos; Joana, a milady do Dartacão. Se for um filho-da-puta talvez tenha mais sorte, cogitou Marrusso. Não hesitou. Defronte do Sopas, onde há um cheiro sensacional a tubo de escape, num jipe topo de gama, Marrusso premiu o acelerador biológico bem a fundo e um éter perfumado tomou conta do ar, enrolando-se com o meu café fumegante. O Sr. Joaquim desligava as luzes. Está na hora, ó Mário. O Sr. Joaquim tinha o bigode húmido dos beijos da Dona Odília. 2 da manhã. A morte de cinderela foram os beijos fora de horas. Levantei-me para me sentar noutro sítio. Apenas a perspectiva mudou, a feira de Marrusso e Joana continuava. Os peitos tocavam-se, o que me cegava a visão dos seios de Joana, bem escondidos nos pêlos loiros e atrincheirados de Marrusso. A espada medieval estava lá, bem plantada, a espada que fora a lei de um namoro que só quisera conservar as aparências. Marrusso sabia que já não precisava de causar boa impressão. A Joana era bonita. Além do mais, era sua amante. Não havia lugar para mais ninguém. Mais ninguém cabia naquele jipe. Nem shivas, nem ratos Miccolli. Marrusso sentia-se livre de obrigações e jovem. Joana encontrara a sua alma gémea, um botão pronto a dar flor. Pela cara de satisfação de Joana, deduzi que abaixo da cintura de Marrusso havia tesouros de ternura. A noite escura caiu. Adormeci na relva do sopas, ao lado da Maria e do Cenourinha. Quando voltei a acordar, Joana desaparecera. Marrusso estava sozinho e o Sol dava a primeira luz da sua graça. Uma míuda aproximou-se. Caminhava com a cadência de um eléctrico na baixa pombalina, tinha óculos e uns lábios grossos marcados pelo sentimentalismo do hábito. Não cheirava a hortelã. Não havia candura. Não era Joana. Entrou no Jipe e beijou Marrusso. Marrusso deitou-se no banco de trás como um pastor alemão fatigado. A miúda abraçou o volante e zarpou. Os dias de felicidade de Marrusso apenas acabavam de começar…

P.S.: No capítulo seguinte, Marrusso viola uma galinha, perturbando a paz pública nas quintas de São José.

sábado, 4 de novembro de 2006

Vinho tinto e dietas

Numa altura que o fast food domina a sociedade ocidental e a próxima geração já tem 10% de obesos fica aqui parte de um artigo publicado no New York Times de 2 de Novembro.

"Can you have your cake and eat it? Is there a free lunch after all, red wine included? Researchers at the Harvard Medical School and the National Institute on Aging report that a natural substance found in red wine, known as resveratrol, offsets the bad effects of a high-calorie diet in mice and significantly extends their lifespan.
Their report, published electronically yesterday in Nature, implies that very large daily doses of resveratrol could offset the unhealthy, high-calorie diet thought to underlie the rising toll of obesity in the United States and elsewhere, if people respond to the drug as mice do.
Resveratrol is found in the skin of grapes and in red wine and is conjectured to be a partial explanation for the French paradox, the puzzling fact that people in France enjoy a high-fat diet yet suffer less heart disease than Americans.
The researchers fed one group of mice a diet in which 60 percent of calories came from fat. The diet started when the mice, all males, were a year old, which is middle-aged in mouse terms. As expected, the mice soon developed signs of impending diabetes, with grossly enlarged livers, and started to die much sooner than mice fed a standard diet.
Another group of mice was fed the identical high-fat diet but with a large daily dose of resveratrol (far larger than a human could get from drinking wine). The resveratrol did not stop them from putting on weight and growing as tubby as the other fat-eating mice. But it averted the high levels of glucose and insulin in the bloodstream, which are warning signs of diabetes, and it kept the mice’s livers at normal size.
Even more striking, the substance sharply extended the mice’s lifetimes. Those fed resveratrol along with the high- fat diet died many months later than the mice on high fat alone, and at the same rate as mice on a standard healthy diet. They had all the pleasures of gluttony but paid none of the price."

quinta-feira, 2 de novembro de 2006

Xico Xico sofre da doença poeta diabolicus

Xico Xico, jovem nanikiano de 22 anos, sofre de uma doença rara conhecida na comunidade científica por "poeta diabolicus". Foi o pai, Francisco Elias, médico no Hospital do Fundão, quem diagnosticou na quarta-feira a enfermidade do filho.

Há duas semanas atrás manifestaram-se os primeiros sintomas do "poeta diabolicus" no jovem. Todas as madrugadas, Xico Xico começava a recitar a partir da sua cama poemas românticos, evoluindo posteriormente para os modernistas. Contudo, este comportamento bizarro não preocupou nenhum dos familiares. “A princípio pensávamos que fosse apenas uma brincadeira”, contou o pai com uma voz pesarosa. E concluiu: “A poesia até nem era de muito má qualidade e enchia a casa de alegria”.

Foi apenas na segunda semana que a família compreendeu que se tratava de algo bem mais grave do que um simples devaneio. “Quando começou a declamar poesia mística percebi que se passava alguma coisa de estranho”, contou a irmã, Catarina Elias, cujas olheiras denunciam noites muito mal dormidas. Frases obscuras como “fogueiras de pautas de música que aquecem a noite, cortam os lábios, queimam os olhos, agoniam os ventos inquietos” ou o “padeiro faz da farinha pão e as mães não tardam da água chá”, perturbaram o sossego familiar. “O meu filho tornou-se incomunicável”, queixou-se a mãe. “A nossa cadela uivava de uma forma arrepiante sempre que o ouvia declamar aqueles versos estranhíssimos a altas horas da madrugada”, contou. Perante indícios tão perturbantes, Francisco Elias auscultou o filho, concluindo de imediato que os seus sintomas correspondiam aos do "poeta diabolicus".

A doença foi diagnosticada pela primeira vez no século XVIII em alguns monges beneditinos que viviam no convento de Poitiers (França). Os sintomas são uma vontade compulsiva de recitar poesia ou frases delirantes sem nexo aparente. Contudo, apesar de desagradável, o "poeta diabolicus" não é mortal. O nome deve-se à crendice popular, pois acreditava-se que as suas vítimas eram possuídas por um espírito maligno que as obrigava a declamar permanentemente poesia ininteligível e de má qualidade. Pela sua raridade, não tem cura. “Seria quase uma bizantinice estar a dispensar recursos materiais e humanos para investigar o "poeta diabolicus", explicou Luís Lobo, Presidente da Associação Médica da Região Centro do País à Beira Mar Plantado (AMRCPBMP).

Neste momento Xico Xico encontra-se em observação no Hospital do Fundão. Mais do que descobrir a cura, a principal missão dos médicos passa por fazer compreender ao jovem a máxima poeta nascitur, non fit (“os poetas nascem, não se fazem”).

domingo, 15 de outubro de 2006

Novo WC

Viste que o blog dos nanikos já feda com os meus dejetos tipográficos, criei uma casa de banho online para todos os cagões.

A casa do banho xico está ao dispôr de qualquer cú que se queira desfazer em merda

http://aCasaDeBanhoDoXico.blogspot.com

Corrida do Tejo

9h de domingo (15/10), hora ideal para mais um treino..
Enquanto decorria a preparação psicológica para mais uma "etapa", decido vir cuscar as fresquinhas e gordas dos jornais.. vitória do slb blá blá blá.. mi mi colli etc..
Por acaso chego a abrir a página oficial da corridadotejo.com para ver se havia novidades,quando me deparo com a seguinte mensaguem " inscrições esgotadas"..
Logo este ano que pensava estrear-me, contando com a presença de dois elementos fulcrais no seio nanikiano,são eles Sá e Xico, quer dizer, eram!
Spetacular.. fico fudido..

Plano Lisboa abortado?

maybe..

quinta-feira, 12 de outubro de 2006

A vaca que ri

A vaca que ri mora na minha rua,
Passa a noite a mugir como não houvesse amanhã.
A sua língua lisa e o seu corpo endeusado
Encalha qualquer homem na porta 18.
É o manjar dos deuses dizem eles.
É a vaca mais feliz que alguma vez vi,
No seu rosto um rasgo de satisfação.
A rua virou um curral e os animais estão doidos.
Peregrinação de bovinos e caprinos fazem do curral o éden,
Adão e Eva deliciam-se.
A vaca que dantes tinha sido cobra frigida,
Anseia por se tornar agora numa porca.
Estamos no tempo das vacas magras,
Ser leitão ainda rende, é comer até ao tutano, nem a pele escapa- diz a vaca .
A vaca desaparece e a porca ganha asas,
Guinchos para aqui guinchos para acolá.
O som agora é desconfortante.
Ninguém dorme e os miúdos não têm descanso,
Mão para aqui mão para acolá.
Ninguém sabe o seu nome e não interessa,
Apenas tem de ser uma porca que ri.

Oxala

Oxalá

Oxalá que todas as vacas sejam assim,
brancas e malhadas.
Oxalá que todas as vacas sejam indianas,
sagradas e com pinta.
Oxalá que todas as vacas sejam boas vacas,
como esta e aquela.
Oxalá que todas as vacas não nos façam de touros,
cornudos e encornados.
Oxalá que de vacas, vacas não sejam.
Oxalá.

segunda-feira, 9 de outubro de 2006

Joe

Puro Lusitano galopando no éden,
Colhes as frutas dos deuses e fermentas o mundo dentro de ti.
A tua força é maior de qualquer homem,
És o animal, transpiras a sabedoria e transbordas o amor.
Coração de dragão, cheio de octanas,
Matas a serpente e conquista os poderosos.
Fazes da uva o melhor vinho: encorpado e aveludado,
E conquistas as mulheres mais perfeitas.
Tornaste-te no Ás das cartas, no rei dos castelos,
No homem na lua, no deus na terra.
Divide a tua alegria, sem medo,
e abraça-nos com a tua saudade.
Ámen.

sábado, 7 de outubro de 2006

Sorte.

Já Pessoa dizia: “ sorte se sorte te é dada”.
Cambaleando pelo trilho,
o suspiro da crença abafa o “rodeo”.
A sorte pode ser do tamanho da nossa rua,
bem como do tamanho da nossa cidade.
Tudo fica ou nada sobre,
Tudo quer ou tudo salta.
A sorte tem tamanho,
se a vida sorte tem.
Mas como o verso,
tudo acaba.

sexta-feira, 6 de outubro de 2006

Sempre genial....

Existe sempre o genial.
Genial é sempre uma palavra difícil de aplicar e quem sabe de classificar. Não!
Eu sou genial!
Genial não é ser artisticamente transcendente ou literariamente fora do comum, é muito mais.
Eu sou genial na medida em que genialmente amo qualquer coisa.
Eu consigo amar da mesma forma a minha mãe e uma pedra da calçada que trago para casa e guardo bem guardado.
Estranha comparação:, dizem!
Eu sei amar genialmente o que pode ser amado, eu consigo amar o ar mesmo sem alguma vez o ter visto.
O genial é a postura, é a estrutura mental.
Procuro estudar o que me rodeia para subtilmente conseguir ser genialmente eficaz.

Uma escorregadela aparece…meros actos cientes mas não lógicos descaíram-me para imbecilidade , estou afastado do genial?
Não! Fui genialmente imbecil.

Sempre genial!

quinta-feira, 5 de outubro de 2006

Há coisas que nunca mudam

A rapariga que passa do outro lado da rua
É igual à outra que vi na estação.
O jeitinho de andar suspenso no ar
Entrega-lhes uma beleza perturbante.
Os seus seios içados por um anzol
Deliciam as calças dos transeuntes.
Banhadas em baba escorregam para chapa,
Os homens já arregaçam as mangas.
A rua virou um churrasco,
A Porca já está na brasa.
O fumo que sai é negro como a tinta de carvão,
Negra como a alma cheia de podridão.
Todas têm o mesmo cheiro:
Deliciosamente mau e nauseabundo
Mas o sabor é sempre o mesmo…